Esta semana…

Quarta-feira 12 de Junho – José Regalado & Zorgan: não é segredo nenhum que o José Regalado manda umas por fora do universo rock que povoa o imaginário da Tendinha dos Clérigos. Talvez por isso mesmo é que as suas sessões de discos nas lides da distorção estão, tecnicamente, um degrau acima das restantes.
Para esta noite de início de semana vai partilhar a cabine com Zorgan, entidade giradisquista dessas outras andanças e ambos têm na calha uma selecção bem alinhada de cenas pop-rock, indie e alguma música dos anos 80.

Quinta-feira 13 de Junho – Nuno Coelho: a vinda do Nuno Coelho à Tendinha dos Clérigos mantém aceso o ritmo de alguns regressos que nos últimos meses têm vindo a acontecer. A sessão de discos de hoje, mais uma vez perfeitamente enquadrada no espírito intenso das noites de quinta-feiras que tanto caracterizam a cidade de Porto, terá como fio condutor o universo pop-rock alternativo dos anos 80 e 90 e expande a sua narrativa ao indie-rock do século XXI sem deixar de fora o espasmo do pós-punk e do punk rock que nos últimos meses tem feito as delícias de todos os melómanos que nos procuram para dançar à séria.

Sexta-feira 14 de Junho – X-RAYdio & Puto: A dupla de bota-discos poetas está de regresso à Tendinha dos Clérigos naquela que é uma junção extremamente feliz de duas formas de estar musicais que se complementam.
O X-RAYdio abre pontualmente a sua residência mensal na Tendinha dos Clérigos, sempre marcada por um andamento indie-rock musculado e dançável bem como por alguns clássicos de outras décadas, a uma das figuras maiores da cena de rodar discos aqui da cidade do Porto e não só… Quando o Puto entra numa cabine é fácil perceber a fluência e generosidade do seu discurso musical orientado para um registo mais pop e repleto de apontamentos de conhecedor de todas as derivações do género. Ambos funcionam tipo entidade quando a pista enche e é preciso ler todas as mensagens que esta envia para a cabine… uma noite sempre deliciosa.

Sábado 15 de Junho – Jorge Monteiro: Na maioria das vezes que apresentamos as sessões de discos do Jorge Monteiro damos grande destaque aos inícios de noite que ele engendra. Aquela hora e meia inicial é mágica, mas as outras quatro horas e meia não lhes ficam a dever absolutamente nada. O Jorge Monteiro tem partido tanto a loiça que estamos a ficar com sérios problemas de stock de porcelanas sonoro-emocionais. Está numa forma assustadora… deixem-se contagiar até as luzes da pista se acenderem às 06:00. E preparem-se também para um final de noite sempre pertinente e alinhado com o que se passa no mundo… isto de um gajo saber dizer o que pensa com discos não é para todos!

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